E o seu continua acolhendo depois que você fecha a porta.
O que já está no ar não é uma página bonita com o seu nome. É um site com um cérebro dentro — alguém atrás dessa porta, que atende quem chega, reconhece uma crise antes de qualquer outra coisa e encaminha para o SAMU e o CVV sem depender de horário comercial.
Onde estamos
O site está publicado, funcionando, e você pode abrir agora do celular. Tudo o que está descrito abaixo é conferível — por isso está em número, e não em adjetivo.
A tarja de emergência é o primeiro elemento de toda página. Num site de psiquiatria, ela não é detalhe de design — é a razão de o site existir.
O cérebro
Chatbot de site costuma ser um formulário disfarçado. Este tem três camadas, e a ordem entre elas é a parte que importa.
Cinquenta e dois gatilhos de crise, verificados antes de qualquer outra coisa — inclusive antes da inteligência artificial, que não tem como contorná-los. Encaminha para o CVV 188 e o SAMU 192. Funciona às três da manhã, quando a secretaria não atende.
Vinte e seis assuntos escritos para o seu consultório: como funciona a primeira consulta, teleconsulta, preparo, endereço, depressão, ansiedade, bipolaridade, TDAH, dependência química, saúde mental da mulher, perícia, receitas, sigilo. Ela nunca inventa preço — encaminha à secretaria.
Para a pergunta que foge da base. Ela já pegou, em produção, uma frase indireta de risco que não estava na lista de gatilhos — que é exatamente por que existem duas camadas e não uma.
O site é cortesia. É seu de qualquer jeito. O que tem custo é o cérebro — ele roda numa chave paga, por conversa.
Integrações
Esta é a parte que separa um site de uma ferramenta. Abaixo, a divisão honesta: à esquerda o que já funciona hoje, à direita o que dá para ligar — e que eu já opero no meu próprio consultório.
O valor
| o paciente encontra | o consultório ganha |
|---|---|
| Uma tarja com 188 e 192 no topo de toda página | Ninguém em crise fica sem destino — e o site cumpre a orientação do CFM sem parecer um aviso legal |
| Alguém que responde às duas da manhã | A dúvida não vira desistência até o horário comercial |
| Seis artigos que explicam sem termo técnico | Autoridade que o Google indexa e que chega antes da primeira consulta |
| Horários visíveis e um pedido de vaga pronto | A secretaria recebe pedido completo, não “bom dia, queria marcar” |
| Um caminho claro para o WhatsApp | Você sabe de onde veio cada paciente, e pode parar de investir no canal que não traz ninguém |
| Uma assistente que não diagnostica e não dá preço | Nenhuma promessa para desfazer na consulta |
A conversa que a assistente atende de madrugada é a que, sem ela, teria terminado numa aba fechada.
Como seguir
O seu consultório continua acolhendo depois que você fecha a porta. É isso que a gente ligou — e é isso que dá para ampliar.
Ele já está publicado e continua no ar independentemente do que a gente decidir. Se fizer sentido para você, a gente liga a parte que falta — agenda, WhatsApp oficial, os processos.
O que eu peço agora é só isto: abra, mexa, converse com a Serotonina e me diga o que está errado. Nome, formação, telefones, horários, os textos dos artigos — tudo foi levantado de fonte pública e precisa da sua conferência antes de virar definitivo.
Sobre preço: não há número nenhum nesta proposta, de propósito. O site é cortesia. O cérebro roda numa chave paga por conversa, e o custo real depende de quanto ele for usado. Quando você responder, aí sim eu mostro a conta aberta.
“Você não pode ser um super-herói, mas pode construir o que quiser.”